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NAZISMO

Tatuador de Auschwitz e prisioneira viveram história de amor

O livro “O Tatuador de Auschwitz”, da escritora britânica Heather Morris, publicado recentemente no Reino Unido, conta uma história de amor inusitada. Lale Sokolov era um prisioneiro judaico responsável por tatuar os números pelos quais os presos do campo de concentração eram destituídos de sua identidade, e Gita Fuhrmannova, uma jovem prisioneira em quem foi impresso o número 34902.

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Lale foi transferido a Auschwitz em 1942, aos 26 anos. Depois de sofrer de febre tifoide, ele foi levado sob a proteção de um prisioneiro francês, responsável por fazer as tatuagens de identificação e quem lhe ensinou o ofício que o salvaria da morte.

Alguns meses depois, Lale se viu na obrigação de tatuar Gita e foi amor à primeira vista. Ele conseguiu manter um relacionamento à distância com a jovem durante seu cativeiro e, após a libertação do campo, a procurou por várias semanas até encontrá-la em um posto da cruz vermelha.

Os dois se casaram em 1945 e tiveram um filho em 1961. Por medo de ser julgado como colaborador do nazismo, Lale só revelou essa história após a morte de Gita, em 2003, quando começou a ser entrevistado pela autora do livro do qual é protagonista.

Fonte: Infobae

Imagem: Ricardo Hernandez/Shutterstock.com