O UNIVERSO

5 mistérios do Universo que podem ameaçar a vida na Terra

Os mistérios espaciais e suas possíveis consequências para a vida na Terra são temas estudados pela ciência e especulados por curiosos.

Não faltam livros, filmes, seriados e teorias para desvendar as origens do Universo e as ameças que estão escondidas nos seus infinitos, incompreendidos aos humanos. Abaixo, listamos os mistérios mais assustadores e algumas teorias que podem beirar o apocalipse, ao mesmo tempo em que representam um belo exercício de imaginação:

5 - Planeta que pode ajudar a nos aniquilar

Nas bordas do Sistema Solar, fica o chamado Cinturão de Kuiper, onde Plutão e outros corpos gelados cósmicos se localizam. Enquanto os pesquisadores tentavam entender a origem do Cinturão, em janeiro deste ano, surgiu a teoria de que tudo isso teria sido causado por um planeta misterioso (chamado X ou Nove) que, por enquanto, só existe em simulações de computador. O planeta X seria 10 vezes maior que a Terra e estaria escondido nos limites do nosso Sistema Solar.

Teorias mais catastróficas apontam que este planeta poderia ajudar a atrair para dentro do Sistema Solar esse Cinturão de Kuiper, o que significaria atirar vários objetos espaciais em direções variadas, com potencial risco de que algum deles colidisse com a Terra.

4 - Planetas interestelares

Nem todos os planeta possuem órbitas regulares em torno de sua estrela, a exemplo do nosso Sistema Solar. Há os chamados planetas interestelares, que são corpos celestes errantes, que vagam pelo cosmos sem restrições. Esse tipo de comportamento "sem regras" pode resultar em algum tipo de colisão espacial. Há ainda o risco (até hoje desconhecido) de que um um planeta desse entre na órbita Terra e altere o nosso caminho em torno do Sol. Isso afetaria diretamente as estações e nossa vida no planeta, podendo causa até a extinção da vida.

3 - Explosões solares

Aproximadamente, uma vez a cada 10 anos ocorrem as labaredas solares, que são explosões de calor, eletricidade e radiação desencadeadas a partir de tempestades solares. Essas labaredas podem atingir até 10 vezes o tamanho da Terra.

Qual o efeito delas? No caso mais específico das ejeções de massa coronal (que são nuvens gigantes de matéria solar real), isso poderia afetar o campo magnético da Terra. Esteticamente, haveria auroras magníficas, porém, na prática, poderíamos sofrer com interrupções nas comunicações, em sistemas de navegações e satélites, nas ondas de rádio de alta frequência e ter sobrecarga de redes de serviços públicos.

2 - Universo em expansão

O Universo é moldado e esticado por forças que mal podemos compreender. Trata-se de uma energia lá fora no espaço, um “vazio” do Universo. Seria a tal da "força"? O fato é que cerca de 95% do nosso Universo é feito de energia escura, matéria escura e radiação escura – elas não emitem luz e ainda são um mistério.

Acredita-se, contudo, que e energia escura está acelerando o Universo, fazendo-o se expandir. Dependendo da teoria, algumas coisas poderiam acontecer a partir disso. Somente para citar algumas delas: o Universo poderia ser rasgado ao meio; poderia ser separado (teoria do Grande Rasgo), ou tudo seria compactado (teoria do Grande Moedor). Há uma teoria que diz que nada disso vai acontecer, e nós só iremos congelar. Qualquer um desses cenários apocalípticos levariam milhares de milhões de anos para acontecer. 

1 - Explosão de uma supernova

Muito, muito longe da Terra, na constelação de Sagitário, a 8.000 anos-luz de nós, ficam duas estrelas chamadas WR 104, que orbitam entre si. Uma delas é instável, classificada como Wolf-Rayet e, provavelmente, vive seus últimos momentos. Os cientistas acreditam que ela se transformará em uma supernova.

Quando isso ocorrer, haverá uma explosão que poderá ser preocupante por causa da liberação dos terríveis raios gama. Se essa gigantesca explosão da supernova vier em nossa direção, as consequências poderão ser nefastas para a nossa camada de ozônio. Mas calma, isso, por enquanto, está somente no plano das especulações e dos mistérios do espaço.

 


Fonte: HypeScience

Imagem: Astrobobo/Shutterstock.com